sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ajude Gabriel Buchmann

Essa é a história de Gabriel Buchmann. Gabriel é um economista brasileiro de 28 anos que está perdido desde sexta da semana passada no Monte Mulanje, no país Centro-Africano do Malawi, o país mais pobre do mundo. Precisamos de ajuda para manter o assunto na mídia e garantir o apoio governamental. Explicamos como no final do post.

Ao longo do último ano, Gabriel Buchmann viajou por 60 países na Ásia, Oriente Médio e África. Sempre com poucos recursos, à base de carona e com a ajuda de locais. Sua intenção era conhecer o mundo, suas belezas, suas dores, seus erros, a pobreza, a injustiça dos homens contra a natureza e contra seus semelhantes.

Gabriel é um economista brilhante. Ainda no segundo grau, ganhou o prêmio de jovem embaixador do Itamaraty. No vestibular, foi primeiro lugar geral na PUC-Rio. Na faculdade, fez duas graduações: em Economia e Relações Internacionais. Ao longo da faculdade ganhou duas bolsas para estudar na Europa, na Science-Po francesa e depois na Universidade de Madri. Voltou ao Brasil para completar sua monografia, sobre a reforma agrária. Depois, iniciou o mestrado na própria PUC-Rio, defendendo a dissertação sobre a relação entre educação, fertilidade, e o sistema político do país.

Ao terminar o mestrado, ingressou no Centro de Políticas Sociais da FGV onde trabalhou na avaliação de diversos programas do governo. Essa seria sua preparação para o seu doutorado em Economia da Pobreza, na Universidade da Califórnia (UCLA).
Antes do doutorado, Gabriel precisava viver a pobreza. Não que ele não a conhecesse. Ainda na faculdade, embarcou num avião do correio aéreo nacional para a Amazônia, onde subiu o Pico da Neblina e conviveu com as comunidades pobres locais. Abandonou o verão do seu Rio de Janeiro para passar meses em cidades do sertão nordestino, onde fazia questão de ir àquelas mais pobres e se hospedar na casa das pessoas humildes da região. O seu interesse era a vida deles, os problemas deles.

Para Gabriel, a estrada é conhecer e viver. Esse é um trecho do e-mail que ele escreveu no dia primeiro de junho (veja o restante no twitter: )

“mas o melhor de tudo é que aqui na África to conseguindo por em pratica a viagem que sempre idealizei...hoje ficarei em hostel pela segunda vez desde que pisei no continente, todos os outros dias dormi e comi na casa de locais, gastando uns 2-3 dolares por dia, o que me permitiu a cada dia distribuir meu daily budget entre as pessoas que me hospedaram, alimentaram, etc...to muito feliz com isso, de conseguir estar vivendo grande aventuras e realizando uma viagem de profunda imersão no continente africano, absolutamente não turística, e de forma totalmente sustentável, transferindo 80% dos meus gastos pra africanos pobres... e aqui com quase nada vc faz uma substancial diferença na vida das pessoas...esse amigo meu congoles, por exemplo, com 12 dólares paguei o aluguel mensal da casa da família dele, esse menino com 40 dólares garanti um ano escolar pra ele numa escola super legal...”

Malawi era o último país que ele iria visitar. Dia 28, estaria (está!) com viagem marcada de volta ao Rio. NOS AJUDE A MANTER A CHAMA ACESA! Gabriel já está desaparecido há uma semana, mas em 1994 um Malawiano passou 3 semanas sozinho no monte, sendo encontrado numa trilha após ter desmaiado de fome. Houve ainda outros casos de resgate.

COMO AJUDAR:

É preciso manter o assunto na mídia! Para isso, use sua imaginação e esteja livre para ajudar da forma como achar melhor. Aqui vão algumas sugestões:
a) Mande esse e-mail para o maior número de pessoas que puder. Essa é uma corrente do bem.
b) Mande e-mails para jornalistas e bloggers. Temos que divulgar na imprensa e nos meios digitais. Em vários jornais, colunistas colocam seu e-mail ao final da coluna, peçam para eles para falar do assunto!
c) Coloquem o link em seu twitter, facebook, MSN.
d) Comentem as notícias que aparecem na mídia! Ao final do e-mail colamos uma lista de todos os links das notícias que apareceram na mídia, mas é fácil achar na uol, no globo.com, em vários portais.

E-mail Gabriel para a mãe no dia 1 de junho:


“Caríssimas mamãe, namorada e João, meus grandes parceiros de mochilagem desta fantástica trip, e querida irmãzinha,depois de mais de uma semana mergulhado de cabeça no coração da África, encontrei este cyber café aqui em Jinja, interior de Uganda e em frente à foz do rio Nilo...e vos escrevo pra dizer que estou maravilhosamente bem...meus dias aqui na África estão sendo absolutamente fantásticos ! ! ! ... depois de passar uns dias na casa de um refugiado congolês nos subúrbios pobres de Nairóbi, fui parar nem sei direito como na remota tribo dos massais no kenya, onde passei dias correndo atrás de girafas, zebras e antílopes, com lanças e espadas e vivendo a vida tribal dos caras, dormindo em ocas, etc...e entre outras aventuras pelo kenya, terminei em grande estilo, fazendo um safári de bike com um amigo meu massai num parque nacional lindíssimo...
tô muito roots, andando há uma semana enrolado em cangas coloridas e carregando um cajado e uma espada de aço...e só sei que desde que cheguei na África, não vi NENHUM muzumgo (white man) além de mim...ah, e hoje no meio de tudo coloquei uma criança na escola...É uma longa estória, mas, resumidamente, depois de passar o dia passeando por um vilarejo aqui de Uganda com um menino que, entre outras coisas me apresentou a sua família paupérrima, e de por acaso visitar uma escola publica e falar com o diretor, acabei que paguei pela matriculas, mensalidades e todas as despesas do menino ate o fim do ano, e me comprometi a, se ele me mandar o boletim dele, continuar pagando pelos próximos anos...mas o melhor de tudo é que aqui na África to conseguindo por em pratica a viagem que sempre idealizei...hoje ficarei em hostel pela segunda vez desde que pisei no continente, todos os outros dias dormi e comi na casa de locais, gastando uns 2-3 dólares por dia, o que me permitiu a cada dia distribuir meu daily budget entre as pessoas que me hospedaram, alimentaram, etc...to muito feliz com isso, de conseguir estar vivendo grandes aventuras e realizando uma viagem de profunda imersão no continente africano, absolutamente não turística, e de forma totalmente sustentável, transferindo 80% dos meus gastos pra africanos pobres... e aqui com quase nada vc faz uma substancial diferença na vida das pessoas...esse amigo meu congolês, por exemplo, com 12 dólares paguei o aluguel mensal da casa da família dele, esse menino com 40 dólares garanti um ano escolar pra ele numa escola super legal, hoje dei 2 dólares pra uma mulher que me convidou pra conhecer a casa dela e ela se ajoelhou e quase chorou...podia escrever horas sobre essa minha primeira semana aqui na áfrica, to realmente muito contente por tudo aqui estar superando minhas melhores expectativas...mas to escrevendo mesmo pra dar um sinal de vida, pois essa noite passei fazendo 4 baldeações pra atravessar do kenia pra Uganda durante a madrugada e andei o dia inteiro visitando dezenas de casas de agricultores, missões, escolas, etc., numa vila aleatória aqui no interior de Uganda...tenho encontrado pessoas incríveis e fascinantes a cada dia que me apresentam a outras e de conexão em conexão vou penetrando aos poucos na alma da África... tenho arranjado contatos incríveis e, semana que vem, depois de prestar minhas homenagens às vitimas do genocídio de Ruanda e de sei-la-o-que-me-espera no Burundi, vou visitar um garimpo de diamantes e os pigmeus nas selvas do congo com o irmão de um amigo, um campo de refugiados na Tanzânia onde mora o tio de outro amigo que fiz aqui, tentar arrumar uma forma afordable de subir o kilimanjaro e então espero minha linda cris chegar em Dar Es Salaam pra mais uma lua-de-mel em grande estilo...ta bom, um parágrafo sobre os dois melhores amigos que fiz no Kenya...Alex Alembe. Tava no ultimo ano de engenharia em Uvira, sua cidade no Congo. Certa noite uma milícia invadiu sua casa. Mataram sua mãe e sua irmã mais nova, mas ele conseguiu fugir pela janela. Foi parar num campo de refugiados na Tanzânia, onde ficou por 4 anos, se casou com uma tanzaniana e teve 3 filhos. Se mudou pra um subúrbio de Nairóbi e passou os últimos anos trazendo ouro e diamantes de garimpos no Congo e revendo em outros países da East Africa. Conseguiu construir uma casa confortável, e nela alojar sua família e vários órfãos. Voltando de uma de suas viagens, assaltaram o ônibus onde estava e levaram suas maletas com tudo seu, dinheiro, diamantes e passaporte. Perdeu tudo. Se mudou com toda a família pra um casebre de 12m2. Mesmo assim, continua levando a cabo 3 projetos sociais, dando café da manha pra 20 crianças, amparando viúvas de vitimas de Aids e organizando um futebol todas as tardes. Ta juntando tudo o que pode pra se candidatar pra deputado provincial no congo nas próximas eleições. TIA. This is Africa.Leonard. Massai cuja mãe me hospedou em sua casa em Iwatso Ogindong. Tava no ultimo ano de administração na universidade de Nairóbi. Depois de 3 anos de seca na terra dos massais, teve que largar a faculdade pra levar o gado que sobrou de sua família pra melhores pastagens. Andou 8 dias por 500 km levando 100 cabeças atravessando cidades, inclusive passando pelo aeroporto de Nairóbi. Luta pra preservação da cultura massai e sonha em casar com uma americana, de preferência gorda. Me batizou com um nome massai, Lemaya. Seu irmão, Brain, tem 20 anos e é respeitado na tribo. Aos 14 matou um leão e assim atingiu a maturidade. Aos 15 se casou com uma menina de 12 e outra de 13, que seus pais escolheram. Me deu sua espada de presente. TIA. This is Africa.Fui.Mamãe, desculpa não te ligar ha tanto tempo, farei o máximo pra fazê-lo amanha de Kampala, capital do pais...Cris, te escrevo em seguida...
Johnny, boa Rússia pra ti, irmão! Russia Haracho! Russia Kracivaia!beijos,Gabriel”

Texto em inglês e espanhol:

Gabriel Buchmann, 28, went missing on Mount Mulanje in Malawi, southeast Africa, on Friday 17th July. The Brazilian economist got lost when trying to reach the highest peak on his own. He has reportedly dismissed his guide and, hour later, the weather conditions got severely worse.A search and rescue operation with up to 50 people has been set up but, after 10 days of tireless efforts, his location is yet unknown. There are reasons to believe that Gabriel might have escaped to an area of forest west of Mulanje. In 1994, a Malawian citizen was found alive after wandering for three weeks in the area. This is why his friends and family will NOT give up on finding him. It is important to keep this story alive in the international media, so as there is enough public pressure on the authorities to keep searching until Gabriel is brought back to safety.Please, forward this email to your contacts in the media, government, NGO community and ask your friends to do the same. It will only take you 2 minutes and you could be helping to save the life of a very special young man.
Learn more about Gabriel and our efforts to find him alive at http://ajudegabrielbuchmann.blogspot.com/
You can get in touch with us on ajudegb@hotmail.comGABRIEL’S JOURNEYGabriel Buchmann has been travelling around the world since June 2008. Malawi would be his last stop before returning to Brazil on July 28th. In search of a better understanding on global poverty, Gabriel backpacked across more than 28 countries in Asia, the Middle East and Africa. He was doing so with a budget of less than 20 dollars a day. He would usually stay with locals, sharing whatever he could save of his daily budget with the people in need he befriended. Gabriel is a brilliant economist. With a BA in International Relations and Economics, he pursued an MA in Economics at PUC University in Rio de Janeiro. He has been awarded with a Fulbright scholarship and will (we believe he will!) start a PHD in Public Policy at UCLA this coming Fall. He could have found a job in any investment bank in Brazil or Wall Street and hit the jackpot. But Gabriel has always wanted to make better use of his talents. He considered unbearable the idea of waking up every day to go to work on a mission to raise a company’s profit by 3% a year. He wanted to make this place a better world, and off he went on this global trip, to get to know the poorest countries, to understand what is out there to inspire his work as economist. This is an excerpt of an email written by Gabriel to his family on the 1st of June.
“the best about being in Africa is that only here I can travel the way I’ve always dreamt. Today for the second time I stayed at a hostel since I arrived in this continent, all other days I stayed and had meals with the locals, spending less than 3 dollars a day, which has allowed me to distribute the rest of my daily allowance among those who helped me along the way by feeding me or by receiving me in their homes. I am overwhelmed to live such adventure...making a real journey into the heart of Africa, a totally non-touristy one, in a sustainable way, being able to help a few Africans on the way...here with almost nothing you can make a huge difference in people’s lives...for instance with only 12 dollars I paid my friend’s rent in Congo for the whole month. With only 40 dollars I paid for one year of such a cool school for this other boy....”

Esta es la historia de Gabriel Buchamann. Gabriel es un economista brasilero de 28 años de edad que se encuentra desaparecido desde el viernes de la semana pasada en el Monte Mulanje, localizado en el Centro-Africano Malawi, uno de los países mas pobres del mundo. Precisamos de la ayuda de todos ustedes para mantener esto en los medios de comunicación y de esta forma garantir la continuidad del apoyo del gobierno. (Al final del mail encontraras la forma en que podes ayudarnos)
A lo largo del último año, Gabriel Buchmann viajo por decenas de países en Asia, Oriente Medio y África. Este viaje lo estaba realizando con pocos recursos, y gracias a la ayuda de personas locales. Su intención era conocer el mundo, sus bellezas, sus dolores, los errores, la pobreza, y la injusticia del hombre contra la naturaleza y contra sus semejantes.
Gabriel es un economista brillante. En el examen de ingreso a la facultad obtuvo el mejor promedio, realizo dos Universidades Economía y Relaciones Internacionales. A lo largo de la facultad gano dos becas para estudiar en Europa, el la Science-Po Francia y luego en la Universidad de Madrid. Luego volvió a Brasil para completar su monografía sobre la reforma agraria. Mas tarde realizó una maestría en la Universidad Católica (PUC) de Río de Janeiro, la cual finalizo con una disertación sobre la interacción entre la educación, fertilidad y el sistema político del país.
Al terminar la maestría, ingreso al centro de políticas sociales de la Fundación Getulio Bargas (FGV) donde trabajo en la evaluación de distintos programas del gobierno. Esta sería su preparación para su doctorado en economía de la pobreza, en la Universidad de California.
Antes de su ingreso al doctorado, Gabriel decía que precisaba entender la pobreza de más cerca, y esa fue una de sus razones para su viaje a Asia, Oriente Medio y África. Desde la época de la facultad Gabriel ya se había interesado en los problemas sociales, en esa época decidió subir a un avión del correo aéreo nacional para insertarse en el Amazonas, donde convivió con las comunidades pobres del lugar. Abandono el verano Río de Janeiro para pasar meses en la ciudad Nordestina, donde vivió junto a las personas mas pobres y humildes de la región. Su interés era la vida de ellos y sus problemas.
Para Gabriel, su camino era “conocer y vivir”. Este es un segmento del e-mail que el escribió el primero de Julio.

“ Lo mejor de todo es que aquí en África estoy consiguiendo poner en practica el viaje que siempre soñé.... hoy es la segunda noche que pasaré en un hostel desde que pise el continente, el resto de los días dormí y comí en la casa de las personas del lugar, gastando unos 2 o 3 dólares por día, lo que me permitió día a día distribuir mi daily Budget entre las personas que me hospedaron, alimentaron, etc.. estoy muy feliz de poder estar viviendo una gran aventura y realizando un viaje de una profunda inmersión en el continente africano, totalmente antiturística, y de una forma totalmente sustentable, transfiriendo el 80% de mis dinero para las personas mas pobres de África…. Aquí con un simple aporte uno puede hacer una gran diferencia en la vida de las personas… es eso amigos, por ejemplo con 12 dólares pague el alquiler mensual de una de las personas que me alojo, y con 40 dólares garantice por un año los estudios de uno de sus hijos, en un instituto muy bueno..”
Malawi era el último país que el iba a visitar. El dia 28 de Julio estría volviendo a Rio de Janeiro. Ya paso 1 semana que Gabriel se encuentra desaparecido, los familiares y amigos tenemos fe de que Gabriel se encuentre bien aguardando por nuestra ayuda. En 1994 un Malawiano paso 3 semanas perdido en el monte, y fue encontrado por un grupo de rescate. Hubo otros casos de rescate en donde fueron encontrados exitosamente. NOS AYUDAN A MANTENER LA LLAMA DE ESTA BUSQUEDA PRENDIDA!!
COMO AYUDAR:
Necesitamos mantener este caso en los medios de comunicación, para eso les pedimos que por favor utilicen todos los recursos que estén a su alcance.
Aquí pueden ver algunas sugerencias:
1- Reenvíe este e-mail a la mayor cantidad de personas que pueda
2- Envíe este mail pata periodistas y bloggers. Tenemos que divulgarlo en la prensa escrita y en los medio digitales. En varios diarios los columnistas colocan su mail, pueden contactarlos y contarles sobre este caso.
3- Colocar un link en su twitter, fecebook, MSN. Nuestro Twitter es ajudagabriel.
4- Hacer comentarios en las noticias que aparecen en los diarios digitales.

11 comentários:

  1. Fantastico blog! Muitissimo obrigado pelo esforco e carinho com o Gabriel.

    Gostaria muito de solicitar que continue! Que coloque qualquer informacao no blog, mesmo que julgue nao tao relevante, pois sou grande amigo do Biel mas como ele estou na estrada e nao tenho muito acesso as informacoes oficiais.

    E continuemos no luta pela divulgacao dos fatos e intensificacao das buscas!!!!!

    PS: Algumas retificacoes: Gabriel cursou Economia na PUC-Rio e Historia na UFF (mas acabou trancando Historia). E o concurso Jovem Embaixador nao era do Itamaraty (quem bancava na verdade era o Jornal o Globo e o Sindicato das Escolas Particulares do Rio de Janeiro, pois o objetivo maior do concurso era distribuir bolsas de estudo nas escolas particulares). O Titulo Jovem Embaixador era mais publicidade que qualquer outra coisa, apesar de o sr. Roberto Marinho ter conseguido que fizessemos uma visita ao Ministro das Relacoes Exteriores do Uruguai.

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  2. RAFAEL,
    AGRADECEMOS MUITO SEU COMENTÁRIO.
    OBRIGADO

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  3. Xará, apesar de não conhecermos, estou torcendo para que seu retorno seja breve, quem sabe um dia, possamos nos conhecer pessoalmente. Sei q sairá vitoriosos dessa luta. Abraços fortes. Seu primo distante.
    Gabriel Moraes (neto do vô André)

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  4. Gabrielsitcho, gabrielsitcho. Eu assim tao longe so fico sabendo agora. Nao é necessario muito tempo pra conhecer o seu tamanho. Volta.

    Roberta Pires

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  5. Querida Fátima,
    conversei com minha irmã Karen e passei a ela uma idéia que, na minha opinião pode surtir efeito também. A Madona adotou crianças do Malauí e há pouco tempo esteve lá tentando uma nova adoção, ou seja, ela é conhecedora dos problemas do país e conhece um pouco da história da população, o suficiente para se sensibilizar com o povo deste e o futuro das crianças. A idéia é tentarmos de alguma forma um contato com alguém mais chegado a ela ou mesmo via mídia internacional de modo que possa-se passar a situação e sensibilizá-la de alguma forma com a questão. Como contrapartida podemos pensar em diversas possibilidades que podem ser até mesmo contratuais, além de que para ela é uma enorme forma de marketing e uma pancada com luva aqui. Deixo aqui, então, a idéia e a afirmação de que continuamos a rezar para que todos fiquem aliviados com o retorno do Gabriel. Tendo sido seu vizinho e amigo de todos da família, e sabendo do histórico de nossas famílias, solidarizo-me com vocês.
    Abraço,
    Marcelo Schultz (Rua Araxá - Grajaú, RJ)

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  6. Caríssima Fátima, estamos com vocês em orações, pensamento positivo para que encontre Gabriel volte logo.Que espíritos de luz iluminem as equipes de resgate.Fiquei sabendo da notícia através do jornal dos Lagos, de Alfenas, que saiu publicada no sábado passado.Desde então mentalizo, comento, peço aos amigos que façam o mesmo para a corrente positiva ser cada vez maior.Falei com seu primo, Adelmo, sobre o juiz eleitoral alfenense, Dr. Paulo de Tarso Tamburini de Souza, que atualmente está trabalhando no CNJ - Conselho Nacional de Justiça, e que esteve várias vezes na África pela ONU, auxiliando em eleições...E quem sabe não poderia auxiliá-la na busca ao Gabriel ? Tenho certeza de que terá o maior prazer em fazer isto. Fiquem com Deus.

    * Seu filho é maravilhoso.Cada dia fico mais emocionada com tudo que leio no blog.

    * sou amiga de seu irmão Marcos. Tenho-o com carinho imenso e a toda sua família.

    Dalva

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  7. me comovi com a história de Gabriel Buchmann, pois sempre tive vontade de fazer uma viagem desse tipo, qdo vi na tv a história dele,me identifiquei na hora e fui pesquisar na internet, estarei mandando energia positivas e tenho certeza que ele sera encontrado, vou fazer o estiver ao meu alcance pra divulgar essa história

    Ele vai ser encontrado, tenho certeza


    Felipe

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  8. Sinto muito. Torci por sua volta!

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  9. Solidarizei-me muito com o acontecido.
    Enviei os e-mails em busca de ajuda, infelizmente mais uma excelente pessoa, dedicada, com boas intenções e com todo o futuro se foi.
    Força para a família!

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  10. Queridos familiares de Gabriel
    Não podia deixar de escrever-lhes sobre o fato ocorrido com Gabriel.
    Primeiro senti muito pelo fato de ser mãe e ter uma filha estudando economia, depois pelo fato de ser médica e de ter sempre me inspirado em trabalhar para os mais necessitados.
    Sou espírita e acreditamos nós que Gabriel é uma luz que veio à Terra para nos inspirar e para nos lembrarmos que ainda vale a pena sermos corretos e trabalharmos pelo outro. Nós perdemos a convivência diária do Gabriel, mas tenho certeza que o seu estudo não foi em vão. Ele estará lá de cima nos inspirando, e aos homens de bem a pensarmos na pobreza e nas formas de reduzi-la. Um beijo e PAZ a todos. MARIA TERESA TRINDADE

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  11. Para Gabriel,

    "Era um anjo
    e trazia nas asas:
    Sou Gabriel.
    Um dia, fascinado
    pelas alturas,
    subiu, subiu
    o mais alto
    e hoje brinca
    no céu".


    Este poema e meu abraço solidário para todos da família.

    Jandira Costa

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